Capítulo 5
dar elogio excessivo a um trabalho de tal grande mérito que só seu elogio merecido é amplo. Uma grande sátira, eu deveria dizer, nunca é o igual de um grande romance. Nas introduções que eu já escrevi, tentando, espetáculo o que um grande romance é, eu disse que uma parte essencial de tal um livro é a realidade de suas cenas e caráter. Agora cenas e caráter não parecerão reais, a menos que haja neles a mistura certa de prazer e dói, de bem e ruim; para vida é não tudo qualquer um dos dois coisa ou o outro, nem alguma vez foi assim. Tal realidade não é achada em uma sátira, para uma sátira, como distinguido de um romance, esconde e exagera: isto dá meia-verdade em vez de verdades inteiras; não mostra para tudo de vida mas só uma parte; e até mesmo isto para o que bastante verdadeiramente não pode mostrar, para seu objeto declarado é aumentar algum vício ou excentricidade. Fazendo assim, uma sátira não acha nenhum meios tão efetivo como ironia que faz seu atraia completamente ao intelecto. Um romance bom, pelo contrário,, toques a cabeça e o coração ambos; junto com passagens que dê prazer intelectual agudo, oferece passagens que movem o lágrimas de seu leitor. Ainda, novelista bom sem avaliação de ironia não pode ser imaginada, para sem o senso de humor que faz ironia apreciada, é impossível ver os objetos de este mundo nas proporções certas deles/delas. Ironia, então que é o parte principal de uma sátira, é essencial a um romance bom, entretanto não necessariamente mais que uma parte pequena disto. Intelectualmente há nada em literatura inglesa do décimo oitavo século maior que UM Conto de uma Banheira ou a parte maior de Viagens de Gullivers; intelectualmente não há nada nos trabalhos de Fielding maior que a maioria de Jonathan Wild; mas levado ao todo, não é um romance goste Tom Jones, com sua atração eterna para as emoções como também o intelecto, maior que uma sátira perfeita? Até mesmo se isto não é
| <- | Contents | -> |