Capítulo 5
Elizabeth Ann, não vá perto dele! ... Aqui, bem, há pouco segue o outro lado de Tia Frances se ele o assusta assim" (antes daquele tempo a Elizabeth Ann sempre era bem bem assustada), "e talvez nós melhoraríamos só volta este canto e entra na outra direção." Se por qualquer chance o cachorro também entrado naquela direção, Tia Frances se tornou um prodígio de valoroso proteção, pondo a pequena menina tremendo atrás dela, ameaçando, o animal com o guarda-chuva dela, e dizendo em uma voz trêmula, "Vá embora, senhor! Vá embora!" Ou se trovejou e iluminou, Tia Frances sempre derrubou tudo ela poderia estar fazendo e poderia segurar a Elizabeth Ann firmemente nos braços dela até isto estava por toda parte. E à noite--a Elizabeth Ann não dormiu muito bem--quando a pequena menina acordou gritando com um sonho ruim, sempre era querido Tia Frances que veio ao lado da cama dela, uma envoltura morna em cima da camisola dela, de forma que ela não precisam se apressar atrás para o próprio quarto dela, uma vela que ilumina, a face cansada, amável dela. Ela sempre levou a pequena menina nos braços magros dela e segurou o fim dela contra o peito magro dela. "CONTE para Tia Frances em toda parte seu sonho malcriado, bem", que ela murmuraria, "assim descer disto seu note!" Ela tinha lido nos livros dela que você pode contar uma grande transação aproximadamente as vidas internas de crianças analisando os sonhos deles/delas, e além, se ela não urja para a Elizabeth Ann que falasse isto, ela tinha medo o sensível, pequena coisa nervosa mentiria desperte e pense em cima disto." Isto era o frase ela sempre usou o próximo dia à mãe dela quando Tia Harriet exclamado sobre a palidez dela e os anéis escuros debaixo dos olhos dela. Assim ela escutou pacientemente enquanto a pequena menina lhe falou em toda parte o medroso sonhos que ela teve, os grandes cachorros com bocas vermelhas enormes que correram atras dela,, os índios que a negociaram, o prédio escolar dela teve em chamas de forma que ela para
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