Capítulo 37
adiante em indagação de aventuras. Estes, para pouco tempo, era de bastante um caráter escuro; para, ouvindo o barulho de um cavalo anda a pé nas ruas silenciosas àquela hora da noite, as pessoas, abriu as portas deles/delas como ele passou, enquanto pensando isto o peste-carro, e produziu muitos uma vítima miserável da pestilência. Evitando a cabeça dele dos espetáculos indignantes, Senhor Norman segurou a garrafa de vinagre para as narinas dele, e montou rapidamente até que ele Newgate alcançado. Lá ele foi parado até o atestado de saúde dele foi examinado, e aquele ser manuscrito pequeno achou certo, ele foi permitido passar em em paz. Em todos lugares ele foi, o rastro da serpente era visível em cima de tudo. Morte e Desolação foram de mãos dadas. Fora de como também dentro dos portões, grandes pilhas de madeira e carvão foi organizado, enquanto esperando só a hora de meia-noite para seja incendiado. Porém, aqui ninguém parecia estar mexendo; e não som sem dinheiro o silêncio mas o estrondo distante do morte-carro, e o tocando do sino do motorista. Havia luzes em alguns das casas, mas muitos deles eram escuros e desertos, e quase todo a pessoa agüentou a cruz vermelha da pestilência. Era uma cena escura e hora, e o coração de Senhor Norman virou doente dentro dele como notou ele que tho arruinam e devastação o pestilência teve forjado em todos lugares. E ele se lembrou, com um estremeça, a predição de Lilly, o astrólogo que os pavimentaram ruas de Londres estariam como campos verdes, e o viver é nenhum mais longo capaz enterrar o morto. Longo antes disto, tinha crescido ele endurecido e acostumou a morte de seu mesmo frequence; mas agora, como ele olhou ele em volta, ele quase solucionou para montar em e devolva nenhum mais para Londres até a pestilência deveria ter deixado isto. Entretanto veio o pensamento do senhora-amor desconhecido dele, e com isto a reflexão que ele estava a caminho; e, despertando ele do devaneio melancólico dele, ele montou em a um mais vivo
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