Capítulo 26
poderia serrar qualquer coisa tudo que rir a. Ormiston foi o primeiro falar. "O que no nome de Céu aconteceu!" ele wonderingly exclamaram. "Algum a pessoa esteve aqui", disse Senhor Norman, enquanto se ficando muito pálido, "e a levou enquanto nós tivemos sido." "Nos deixe procurar a casa", disse o doutor; "você deveria ter fechado sua porta, Senhor Norman,; mas pode não estar muito tarde contudo." Agindo na sugestão, Senhor Norman agarrou o abajur que queima no mesa, e começou na procura. Os dois amigos dele o seguiram, e "O mais alto, o mais baixo, a mancha de loveliest,, Eles procuraram a senhora, e não a achou." Não, entretanto não havia o rastro mais leve de ladrões ou intrusos, nenhum estava lá o rastro mais leve do bonito pestilência-paciente. Tudo na casa era precisamente como isto sempre era, mas a visão lustrando prateada teve sido. CAPÍTULO III. A PÁGINA DE TRIBUNAL A procura terminou afinal determinada em desespero, e o doutor levou o chapéu dele e desapareceu. Senhor Norman e Ormiston pararam dentro o mais baixo corredor e olhou para um ao outro em mudo pasme. "O que pode significar tudo?" Ormiston perguntado, atraindo mais a sociedade, a grande que para o companheiro confuso dele. "Eu não tenho a idéia mais lânguida", disse Senhor Norman, distractedly,; "só eu tenho bem certeza, se eu não a achar, eu farei algo tão desesperado que a pestilência será uma ninharia comparada para isto!" "Parece quase impossível que ela pode ter sido levada - não faz isto?" "Se ela tem!" exclamado Senhor Norman, "e eu descubro o raptor, ele não terá um osso inteiro no corpo dele duas atas depois!" "E ainda mais impossível que ela pode ter se ido embora," Ormiston procurado com o ar de um que entra em um abstruso sujeite, e não dando nenhuma atenção tudo que do marginal do companheiro dele notas. "Se ido! O homem está louco?" indagado Senhor Norman, com um olhar fixo. "Quinze atas antes de nós deixamos o morto dela, ou em um morto
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