Capítulo 20
"Tolice, homem!" Ormiston exclamado, energicamente, o que vai o leve lá? Você seguramente não está furioso bastante seguir o corpo daquela menina de morto?" "Eu seguirei isto! Você pode vir ou não, da mesma maneira que você por favor." "Oh! se você for determinado, eu irei com você, claro que,; mas isto é a extravagância mais louca que eu já ouvi de. Depois disto, precisa você nunca ria de mim." "Eu nunca vou", disse Senhor Norman, tristemente,; "para se você ama uma face você nunca viu, eu amo um no que eu só olhei quando morto. Faz isto não pareça nenhum sacrilégio para lançar qualquer um tão igual um anjo em aquela pestilência-cova horrível?" "Eu nunca vi um anjo", disse Ormiston, como ele e o amigo dele começado a perseguir o morto-carro. "E eu ouso diga lá tenha sido contagens tão bonito quanto aquela menina pobre lançada no pestilência-cova antes de agora. Eu desejo saber por que a casa esteve deserta, e se ela realmente fosse uma noiva. O noivo não pôde ter a amado muito, eu imagino, ou nem mesmo a pestilência poderia ter o espantado." "Mas, Ormiston, isso que uma coisa extraordinária que é que deve seja precisamente a mesma face que o adivinho me mostrou. Lá ela estava viva, e aqui ela está morta; assim eu perdi toda a fé em La Masque para sempre." Ormiston parecia duvidoso. "Você está bastante seguro é o mesmo, Kingsley?" "Bastante seguramente?" dito Senhor Norman, indignantly. "Claro que eu sou! Faça você pensa que eu pudesse ser equivocado que tal um caso é? Eu lhe falo eu vou saiba que face a Kamschatka ou, o polonês de Norte; porque eu não faço já acredite havia tal outro criado." "Assim seja, então! Seu objeto, claro que, seguindo aquele carro é, dar uma olhada nela?" "Precisamente assim. Não fale; Eu só sinto em nenhum humor para isto a presente." Ormiston sorriu a ele, e não falou, adequadamente; e em silencie os dois amigos seguiram o morto-carro escuro. Um lânguido lua jovem, pálido e doentio, estava lutando vagamente por ventos
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