Capítulo 18
- o anterior de jóias, o círculo cadente posterior o dela como uma nuvem de névoa. Tudo estava perfeito, da grinalda e oculta o pés de sandaled minúsculos e mentindo lá no repouso de mudo dela ela olhou mais goste de algum pedaço primoroso de escultura que qualquer coisa que alguma vez tinha vivido e tinha se mudado para este mundo rastejando nosso. Mas de um ombro tinha sido baixado o vestido, e lá se deita um grande pestilência-mancha de púrpura lívido! "Vá!" disse Ormiston, enquanto pegando o companheiro dele pelo braço. "É morte para permanecer aqui!" Senhor Norman tinha estado de pé como a pessoa em um transe de qual este endereço o despertou, e ele agarrou o ombro de Ormiston quase frantically. "Olhe lá, Ormiston! Lá mentiras a mesma face que a feiticeira mostrado para mim, quinze atas atrás, no caldeirão infernal dela! Eu vou conheça ao outro fim do mundo!"; "Você está seguro?" disse Ormiston, enquanto olhando novamente com curiosidade nova à face marmórea. "Eu nunca vi qualquer coisa meio tão bonito dentro todos minha vida; mas você vê ela está morta da pestilência." "Morto? ela não pode ser! Nada tão perfeito poderia morrer!" "Olhe lá", disse Ormiston que aponta ao pestilência-mancha. "Lá é o símbolo fatal! Para a causa de Céu nos deixe sair disto, ou nós compartilharemos o mesmo destino antes de manhã!" Mas Senhor Norman não moveu - não pôde mover; ele estava de pé lá arraigado à mancha pelo feitiço daquela face adorável, inanimada. Normalmente a pestilência deixou suas vítimas horroroso, horrível, descorou, e coberto com manchas grandes; mas neste caso então não era nada para arruine a beleza perfeita da pele cetim-lisa, mas aquele marca terrível. Lá Senhor Norman se levantou no transe dele, tão imóvel quanto se alguns genii fora das "Noites árabes" tinha o virado de repente em pedra (um truque eles foram viciados muito para), e o destinou permaneça lá para sempre uma instalação ornamental. Ormiston olhou a
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