Capítulo 36
A nota é como segue: "Ll. William eu., 2, debaixo de nota,; veja Hovenden, ii., pref. pág. 5, seq., onde eu tentei provar o spuriousness do documento chamado a Escritura de William eu., impresso no ancião 'O ed de leis. Thorpe, pág., 211. O modo em qual o regulamento do Conquistador aqui se referiu foi mal-entendido e abusou é curioso. Lambarde, no 'Archaionomia', pág. 170, impresso o falso garanta em qual este artigo genuíno está incorporado como um appendiz para a versão francesa das leis do Conquistador, numerando as cláusulas 51 a 67; de Lambarde, era a coisa inteira transferido por Wilkins na coleção dele de leis ANGLO-SAXÃS. Blackstone 'Comentário', ii. 49, sugeriu que talvez o mesmo lei (que introduziu posses feudais) assim fez ao Conselho de Salisbury é que que ainda é existente e expressou nestes palavras notáveis, i. e., a proibição em questão se referiu para por Wilkins, pág., 228 Ellis, na introdução para 'Dia do juízo universal', i. 16, citações Blackstone, mas acrescenta uma referência a Wilkins sem verificando a cotação de Blackstone da coleção dele de leis, substituindo para aquele trabalho o Concilia no qual a lei não faz aconteça. Muitos escritores modernos o seguiram se referindo o representação do artigo para o Conselho de Salisbury. É bem para dê aqui o texto de ambas as passagens; que nas corridas de leis assim: 'Statuimus etiam ut omnis liber homo foedere et sacremento affirmet, et de intra de quod Angliam extra Willelmo regi fideles esse volunt, terras et honorem illius omni fidelitate eum eo servare et, pague eum contra inimicos defendere' (Escrituras Seletas, pág., 80). o homenagem feita a Salisbury é descrita assim por Florença: 'Multo de Nec poste episcopi de Archiepiscopi, abbates, et de comitas, para ut de mandavit barones et vicecomitas cum suis militibus morrem Kalendarum Augustarem occurent de sibi Saresberiae quo cum venissent milites eorem sibi fidelitatem contra omnes homines jurare coegit.' O 'Crônica' é
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