Capítulo 8
e mais divertido. Mas quando eu digo a conversação de viajantes são normalmente tão bem-vindos, eu devo ser entendido para significar que só de como teve senso bom bastante aplicar o deles/delas peregrinações para um próprio uso, para adquirir deles uma realidade e valioso conhecimento de homens e coisas, ambos que são melhores conhecido por comparação. Se as alfândegas e modos de homens fossem em todos lugares o mesmo, não haveria nenhum escritório tão sombrio como isso de um viajante, para a diferença de colinas, vales, rios, em curto, as várias visões das quais nós podemos ver a face do terra, vá escasso o disponha um prazer merecedor do trabalho dele; e seguramente lhe daria muito pouca oportunidade de comunicando qualquer amável de entretenimento ou melhoria para outros. Fazer para um viajante um companheiro agradável para um homem de senso, isto, é necessário, não só que ele deveria ter visto muito, mas que ele deveria ter negligenciado muito disso que ele hath visto. Natureza não é, qualquer mais que um grande gênio, sempre admirável nela produções, e então o viajante que pode a ser chamado comentarista, não deveria esperar achar assuntos em todos lugares merecedor da notificação dele. Realmente, é certo aquele pode ser culpado de omissão, como também do oposto extremo; mas uma falta nisso lado será perdoado mais facilmente, como é melhor para ter fome que se encheu; e perder sua sobremesa à mesa de um homem de quem jardins abundam com as frutas mais escolhidas, que ter seu gosto enfrentou com todo tipo de lixo no que pode ser escolhido a verde-baia ou o roda-carrinho de mão. Se nós deveríamos continuar o analogia entre o viajante e o comentarista, é impossível manter o olho da pessoa um momento fora do laborioso muito-leia doutor Zachary Gray, de de quem notas redundantes em Hudibras que eu só direi que é, eu sou confiante, o único livro existente em qual sobre quinhentos são citados os autores, não um dos quais poderia ser achado na coleção do recente doutor Mead.
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