Capítulo 14
HASSAN Yasmin! Yasmin! Minha cabeça! YASMIN Begone, ou eu esfriarei thy encabeçam, tu bobo velho pesado! HASSAN Yasmin! Yasmin! (Postos com os braços dele estendido) YASMIN Leve isto, meu bulbul, extinguir aspiração de thy. (Aguaceiros um jarro de água em cima dele, e estrondos as venezianas para. HASSAN não move da posição dele.) HASSAN O tu cachorro vilão, sujo, Selim. O tu a mulher indescritível. Eu o terei ambos chicoteados pela cidade e empalarei dentro o mercado-lugar, e seus corpos arremessaram para apodrecer em um esterco-montão. O, minhas dores de cabeça! Ah, você infringe as regras suínos! O Possa grito para sempre em inferno. O, minha cabeça--minha cabeça. Para sempre. Tu e magia de thy e judeu de thy. Há sangue que goteja da parede. (Batendo no portão) Eu arrombarei a casa. Eu o matarei. Ya Alá, Eu estou dividindo em dois. É minha própria falta por ter sonhos e acreditando magia. Ya Alá, eu estou morrendo. Oh, Yasmin, tão bonito, tão brutal. O que queima luminoso; você me matou! Adeus, e o Salamaleque! (Quedas debaixo da sombra da fonte. Silêncio. Uma luz se aparece na próxima casa. Começos de música macios; a primeira luz de amanhecer brilhos no céu.) (Entre no CALIFA HAROUN AR RASCHID, JAFAR, o Vizier dele, MASRUR (um Negro), o Executor dele, e ISHAK, um homem jovem, o poeta dele,, tudo vestiram como Comerciantes.) CALIFA Ishak, meu coração é pesado e ainda a noite prolonga, e ainda nós vagamos nas ruas dobradas, e ainda nós não achamos nenhum entretenimento, e ainda os brilhos de lua brancos. ISHAK Califa de O de Islã, não está lá nenhum entretenimento vasto para o modo o lustrando da lua, o gotejando daquela fonte,, e na forma daquele cipreste alto que saltou a parede atirar a seta dela às estrelas? (A música que tinha parado recomeça.) CALIFA
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