Capítulo 14
Clérigo, e eu não espero que você fale sua mente." "Nós somos ambos a mesma Igreja, eu espero", gritos o doutor. "Eu sou da Igreja de Inglaterra, senhor", respondido para o coronel, "e vai lute para isto à última gota de meu sangue." "É muito generoso em você, coronel", gritos o doutor, lutar assim zelosamente para uma religião pela qual você será condenado." "É bem para você, medique", gritos o coronel "que você usa um vestido; para, por toda a dignidade de um homem, se qualquer outra pessoa tivesse dito as palavras que você há pouco proferiu, eu teria o feito os comer; sim, d--n eu, e minha espada na pechincha." Barraca começou a ser apreensivo que esta disputa poderia crescer muito morna; em qual caso que ele temeu que o honour do coronel, junto com o champanha, poderia o acelerar tão longe sobre esqueça do respeito devido, e o qual ele professou pagar, para o roupão de sacerdotal. Barraca então interposto entre o disputants, e disse que o coronel teve mesmo justamente proposto chamar um assunto novo; para isso era impossível para reconcilie aceitando um desafio com a religião Cristã, ou recusando isto com a noção moderna de honour. "E você tem que permitir isto, medique", disse ele, ser uma proibição muito dura por um homem se tornar, infame; e mais especialmente para um soldado que é perder o pão dele na pechincha." "Sim, senhor", diz o coronel, com um ar de triunfo, o para o qual o diz isso?" "Por que, eu digo", gritos o doutor, que é muito mais duro ser condenado no outro lado." "Isso pode ser", disse o coronel; "mas me condena, se eu levasse um afronta de qualquer homem respirar, para tudo aquilo. E ainda eu me acredito ser como bem um Christian como usos uma cabeça. Minha máxima é, nunca dar uma afronta, nem já levar um; e eu digo que é a máxima de um Christian bom, e nenhum homem já me persuadirá para o contrário." "Bem, senhor", disse o doutor, desde que isso é sua resolução, eu espero nenhum homem já lhe dará uma afronta."
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