Capítulo 25
o pai dele, com uma palavra de adeus só para Pauline, esquerda o quarto. "Napoleon pobre", disse pityingly de Pauline, como fechou o pai deles/delas o porta. "Veja, eu ficarei por você. Mas por que você não pedirá perdão?" "Porque perdão é para o culpado, Pauline", o Napoleon respondeu; "e eu sou não culpado." "E você nunca perguntará isto?" "Nunca", o irmão dela disse firmemente. "Mas, O Napoleon!" chorado a pequena menina, isso que se eles sempre devem lhe dê só pão e água e queijo?" "E se eles deverem, eu não cederia, o Napoleon respondeu. "Que lata Sim? Eu sou não domine aqui." Pauline deu um grande suspiro de condolência. O pensamento de nunca ter qualquer coisa para comer mas pão e água e um pouco queijo eram muito para a coragem dela. "Eu poderia confessar qualquer coisa, bastante", que ela disse. "Eu perguntaria perdão três tempos por dia." "E eu não vou, disse o Napoleon. "Entretanto, eu sou um homem." Há pouco então as três crianças que eram acompanhar o pai deles/delas para Milelli, atravessado a despensa, porque eles tinham sido licitar Enfermeira Saveria bom-por. Joseph pegou a última palavra. "Um homem, é você!" ele chorou. "Então, por que um homem não é, e não um bebê?" "Ora, maroto! e quem é o maior bebê?" o irmão dele respondeu. "Isto é ele que chora o mais alto quando coisas dão errado; e eu nunca choro." Joseph não disse nada mais adiante exclua, "Bom-por, obstinado!" "Bom-por", o bebê balbuciado Lucien. Mas Eliza não disse nada. Ela fez nem mesmo relance a Napoleon como ela o passado; e ele simplesmente olhou para ela, sem uma palavra de acusação ou adeus. Os três dias passaram quietamente, entretanto hungrily, para Napoleon. Tio Lucien disse que nada que influenciou o menino, entretanto ele olhou tristemente, e às vezes wistfully, a ele,; e Pauline tentou adocicar o pão e água e queijo como muito como possível pela condolência dela e companhia. Deste último, porém, o Napoleon não desejou muito. Ele gastou muito do
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