Capítulo 16
Napoleon"] "Eu nunca minto, tio; você sabe eu nunca minto!" ele chorou calorosamente. Mas Tio Lucien era tão certo da culpa do menino que ele equivocou o seu orgulho para descaramento. E ainda ele era tal um companheiro velho agradável, e amou as sobrinhas dele e sobrinhos tão afetuosamente, que ele tentou amolecer e deprecie o roubo da fruta preciosa dele. "Nenhum dano é terminado", ele disse, "se você mas me conta o que você fez. O fruta pode ser substituída, e eu não direi nada, entretanto você sabe que você é proibido para se intrometer com minha fruta. Mas eu não amo o ver fazendo erradamente. Eu não tolerarei uma mentira. Eu não sei o que você fez; mas se você me contará a verdade, eu vou--claro que eu vou--perdão você. Por que você levou minha fruta?" "Eu não levei nada, tio", que o menino declarou. "Isto was"--então ele parou. Suponha tinha sido levado antes de um das irmãs dele, ou por Panoria, o deles/delas convidado? A agitação da saia partindo, como ele entrou no quarto, o assegurado era um destes. Mas qual? E por que se ele deveria acusar as pequenas meninas? Não era varonil, e ele desejou ser um homem. Mais que isto, ele estava bravo pensar que ele tinha sido suspeitado, mais bravo contudo pensar ele tinha sido acusado através de bem Tio Lucien, e furiosamente bravo pensar que a palavra dele foi duvidada; assim ele não disse nada mais adiante. "Ah, assim! Era--você, então", o cânon disse, enquanto tremendo a cabeça dele dentro convicção triste. "Não; Eu não disse assim!" Napoleon exclamado. "Não era eu." "Tome cuidado, toma cuidado, meu filho", que o cânon disse, enquanto perdendo o seu muito quase tempere em cima do que ele considerou a insinceridade de Napoleon. "Você não pode me engane. Veja! olhe para você no copo. Sua face o trai. É vermelho com vergonha." "Então é minha cor um mentiroso, tio,; mas eu não sou, o Napoleon insistiu. "O que estava fazendo você aqui, todo só?" perguntado para o tio dele.
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