Capítulo 15
qual?" Como estava de pé ele, enquanto desejando saber assim, os olhos dele ainda fixaram na cesta roubada de fruta, ele ouviu atrás dele uma voz que tentou ser severo e duro, chamando o nome dele. "Napoleon!" chorado o novo-comer, "o que está fazendo você ao aparador? e por que você abriu isto? Você sabe que nós lhe proibimos que leve qualquer coisa para comer antes de hora da refeição. O que o têm terminado?" Era a voz do tio dele, o Cânon Lucien. Napoleon, virando a, a pergunta, conheceu o relance do tio dele firmado nele. O Cânon Lucien Bonaparte era um olhando engraçado, gordura pequeno homem, tão calvo quanto ele, era bom-natured,--e isso era _very_ bald,--e com um liso, face ordinário-aparecendo, só notável para o mesmo afiado, águia-como olhe que marcou o sobrinho Napoleon dele quando ele, também, se tornou um homem. Napoleon olhou para o tio dele o cânon com indignação e negação em a face dele. "Por que, meu tio, eu não levei nada!" ele declarou. Então de repente ele se lembrou como ele tinha sido descoberto pelo tio dele se levantando antes da cesta meio-esvaziada de fruta. Podido isto seja que o cavalheiro velho o suspeitou de surripiar? Vá ele ousa o acuse de o crime? Ao pensamento a face dele corou vermelho e quente. Para você tem que saber, meninos e meninas que às vezes o medo de ser suspeitado de um misdeed, até mesmo, quando a pessoa é absolutamente inocente, traz à face o rubor que é considerado um sinal de culpa, e assim as pessoas são mal-entendidas e injustamente o acusado. Quando a pessoa é fogoso que isto é mais responsável para aconteça. Era assim, neste momento, com o pequeno Napoleon. O confuso dele areje, a face corada dele, até mesmo o olhar dele de negação indignada, unido como, evidência contra ele tão fortemente que o tio dele que o cânon disse nitidamente, "Venha, você, Napoleon! não minta agora a mim." Àquela observação estava em chamas o orgulho de todo o menino. [Ilustração: "'eu nunca minto o tio, você sabe eu nunca minto!' dito
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