Capítulo 14
nunca realmente o entendido. Afinal ele se virou e caminhou lentamente para casa. O Bonaparte casa era, como eu lhe falei, um grande, descubra, quatro-história, amarelo-cinza, casa. Se levantou em rua um pequeno estreita, agora chamou, depois de Napoleon mãe, Letitia Place, na cidade de Ajaccio. A rua não terminou oito ou dez pés largo; mas oposto para a casa era um pequeno parque que permitido o Bonapartes para adquirir luz e ar--algo que vai caso contrário seja difícil de só obter em uma rua dez pés largo. Cansado e sedento do passeio dele pelo sol do agosto quente tarde, o menino começou para o jantar-quarto para uma bebida de água. Como ele abriu a porta do modo rápido, impetuoso dele, ele ouviu um barulho a partir de algum a pessoa assustou e fugindo. A faixa oscilante do francês longo janela oposto ele fechou com um estrondo, e o Napoleon teve um olhar rápido de um mordido de saia branca, pegada para um momento no janela-fixação. "Ah, ha! não era um pássaro, então, que tremulando", ele disse. "Era um menina. Um de minhas irmãs. Agora, qual, eu desejo saber? e por que ela correu? Eu não me preocupo a pegar. Não é nenhum jogando desportivo com meninas." Tão pouca curiosidade ele teve no assunto no que ele não seguiu o rasto do fugitivo, nem até mesmo vai para a janela para olhar fora; mas, caminhando até o aparador, ele abriu isto para levar o água-lançador e adquira uma bebida. Como fez ele assim, ele começou. Lá estava de pé a cesta de fruta que Saveria tinha enchido tão cuidadosamente de fruta para o tio dele o cânon. Mas agora o cesta só estava meio cheia. Quem tinha levado a fruta? Ele aplaudiu as mãos dele junto em surpresa; para a fruta do tio dele o cânon era algo ninguém na casa ousou tocar. Castigo prontamente e seguramente desceria no culpado. "Mas, olhar!" ele disse meio-em voz alta; "que ousou tocar a fruta de meu tio o cânon? Toque? Minha fé! eles levaram a metade disto. Ah, aquela saia! Podido isto foi--deveria ter sido um de minhas irmãs. Mas
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