Capítulo 40
Quando Mr Allworthy tinha se aposentado ao estudo dele com Jenny Jones, como hath, sido visto, Mrs Bridget, com a empregada boa, tinha recorrido a eles para um poste que junta logo ao estudo dito; de onde, por o transporte de um buraco da fechadura, eles chuparam dentro às orelhas deles/delas o conferência instrutiva entregue por Mr Allworthy, junto com o respostas de Jenny, e realmente todo outro particular no qual passou o último capítulo. Este buraco no estudar-porta do irmão dela realmente era bem como conhecido a Mrs Bridget, e tinha sido como freqüentemente aplicado para por ela, como o famoso fure na parede estava por Thisbe de velho. Isto serviu a muitos bem propósitos. Para por tal significa Mrs Bridget foi se familiarizado freqüentemente com o inclinações do irmão dela, sem lhe dar a dificuldade de, os repetindo a ela. É verdade, um pouco de inconveniências assistiram a isto relacionamento, e ela às vezes teve razão para clamar com Thisbe, em Shakspeare, "O, parede má, má!" Para como era Mr Allworthy um justiça de paz, certas coisas aconteceram exames interessando bastards, e tal goste, que são hábeis para dar grande ofensa para o orelhas puras de virgens, especialmente quando eles chegam a idade de quarenta, como era o caso de Mrs Bridget. Porém, ela teve, em tal ocasiões, a vantagem de esconder os rubores dela dos olhos de, homens; e _De non apparentibus, et non existentibus eadem est, ratio_--em inglês, "Quando uma mulher não é vista para se ruborizar, ela doth não se ruborize nada." Ambas as mulheres boas mantiveram silêncio rígido durante a cena inteira entre Mr Allworthy e a menina; mas assim que fosse terminado, e isso cavalheiro estava fora de audição, a Mrs Deborah não pôde ajudar exclamando contra a clemência do mestre dela, e especialmente contra seu a sofrendo esconder o pai da criança que ela jurou ela teria fora dela antes de o jogo de sol. A este formula Mrs discomposed de Bridget as características dela com um sorriso (um coisa muito incomum a ela). Não que eu teria meu leitor imaginar,
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