Capítulo 13
senso do dever moral e religioso de abstinência. É talvez impossível imaginar qualquer coisa mais desagradável para um homem assim esbofeteou, que a indulgência extrema com que Fielding considera, e o fácil liberdade, não dizer gusto, com que ele descreve, esses para que sucumbem tentação semelhante. Só supondo os funcionamentos de algum sutil influência deste tipo é isto possível explicar, até mesmo em tão caprichoso um humor como Johnson, a aplicação famosa e absurda do termo "maroto estéril" para um escritor que, morrendo quase jovem, depois de ter para, muitos anos viveram uma vida de prazer, e então para quatro ou cinco um de dever oficial laborioso, deixou qualquer coisa no trabalho mas pequeno em atual aumente, e fértil com o crescimento mais exuberante de intelectual originalidade. Em parte no dicta_ de _obiter de pessoas goste estes, em parte no ainda mais tentador e ainda chão mais traiçoeiro de indicações puxado dos trabalhos dele, foi construído um Fielding de fantasia, o qual em O esboço admirável de Thackeray atinge da vida real e imortalidade como um criatura de arte, mas como qual possui reivindicações bastante duvidosas um caráter histórico. Está surpreendendo como este Fielding de fantasia pias e seca quando nós começarmos a aplicar os testes horrendos de crítica para as partes de componente dele. O _eidolon_, com borrou arrepia e uma toalha redondo a cabeça dele, senta no Templo e hífenes fora artigos para o _Covent Garden Journal_; então vem Crítica, empregada infernal, e lembra nós que quando o Jardim de _Covent que Journal_ se apareceu, as aveias selvagens de Fielding,, se já sown nada, tinha sido há muito tempo sown; que ele era um ocupado o magistrado e dono da casa em Rua de Arco; e que, se ele tivesse toalhas redondo a cabeça dele, provavelmente era menos porque ele tinha excedido em licor que porque o Grace dele de Newcastle tinha lhe dado uma dor de cabeça querendo planos elaborados e esquemas prepararam à notificação de uma hora. Senhora a Mary,
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