Capítulo 36
mostra é secundário e derivou completamente de seu poder mecânico. O poder de uma arma é completamente devido à energia mecânica de seu projétil que permite isto a penetrar um corpo resistindo; e o poder de um navio comovente é completamente devido à energia mecânica do carvão ardente dentro de seus fornos. Pode ser contestado que não é razoável para considerar um navio energia de movimento como um elemento de poder naval, no mecânico sinta em qual nós temos usado o palavra "poder", pela razão que só pudesse ser mostrado pelo uso do carneiro dela, um infreqüente uso. A isto pode ser respondido que energia é energia, não importa, a que propósito é aplicado; que um determinado projétil que vai a uma determinada velocidade tem uma certa energia, se golpeia seu objetivo ou perde isto; e que um couraçado de batalha que vai a uma certa velocidade deve necessariamente tenha uma certa energia definida, não importa se isto é dedicado a bater outro navio ou para se levar e seu conteúdos de um lugar para outro. Além do poder mecânico mostrado pelo mero movimento do transporte, e freqüentemente superior a isto, há o poder das armas dela e torpedeia. Talvez a única invenção mais importante já feita era a invenção de pólvora. Por que? Porque pôs nas mãos de homem um tremendo force, comprimido em um volume muito pequeno que ele poderia usar instantaneamente ou se abstém de usar ao testamento dele. Seu primeiro uso estava na guerra; e na guerra esteve desde então seu emprego principal. Guerra dá o melhor campo para a atividade de pólvora, porque na guerra, nós desejamos sempre mostrar uma grande força a um ponto definido a um determinado momento; normalmente em ordem para _penetrate_ os corpos de homens, ou algum trabalho defensivo que os protege. Pólvora é o agente principal usou na guerra até a data presente. É usado por exércitos e marinhas, mas marinhas usam isto em massas maiores, incendiado em armas mais poderosas. Claro que isto não significa que seria impossível enviar
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