Capítulo 8
braços como se ganhar um pequeno calor por isso de. 'Coisa pobre!' dito Saqueie, 'eu deveria pensar que ela gelaria, com nada mais que aquele trapo velho de um lenço sobre os ombros dela, e aquele gorro de musselina rasgado. EU não deseje saber você tremeu, Effie, me faz frio para olhar para ela.' 'Nos deixe ver se ela quiser qualquer coisa', disse Effie. Antes deste tempo da pequena menina foi chamada a atenção pelo a conversação de crianças e relances, e ela veio, enquanto correndo para eles, chorando a todo passo, 'me Dê um sixpence, por favor?' 'Nós não temos nenhum dinheiro, nem mesmo um centavo', disse o Harry, 'você está muito faminto?' A menina começou a contar quanto tempo era desde que ela tinha tido qualquer coisa para coma, mas ela falou tão apressadamente, e tantos palavras esquisitas usadas que o duas crianças acharam isto muito difícil da entender. 'Ela está em desejo, nenhuma dúvida', Harry sussurrado para a irmã dele, 'mas pai diria, era melhor para dar a comida dela e vestindo, não dinheiro.' 'Eu desejo que eu tive um sixpence, entretanto', disse Effie. O rico e o homossexual, o pobre e o aparentemente miserável, foi vertendo por em multidões, e alguns não ouviram o argumento do mendigo-criança, outros que ouviram não atenderam a isto, enquanto muitos pausaram de curiosidade inativa contemplar a ela, e alguns a arremessaram um centavo, e passou em. Harry e Effie também foi em, enquanto olhando atrás freqüentemente e formando pouco planejam para o bem da criança, até que a deles/delas foi chamada a atenção por outro objetos de compaixão ou admiração. Trenós estavam colidindo continuamente além deles, puxado por cavalos bonitos, e cheio com as formas do jovem, o homossexual, e o feliz. Homens velhos, se curvados abaixo pelo peso de, anos, mancou junto nos pavimentos, os lábios azuis magros deles/delas torcidos por, um sorriso--um sorriso de bem-vindo ao ano que, talvez, antes de seu partida, os veria se deitou na sepultura--e os negociantes ocupados, com
| <- | Contents | -> |