Capítulo 22
unrefreshing formam de sono. Há o grato 'aceno, aceno,, acernar com a cabeça', com o puxão súbito de um despertar; até o aceno se torna mais dominando, e a pessoa resolve em um fundo e profundo sono. Ugh! como frio adquire! E a maquinaria--ou é isto o mar?--ainda rugindo na orelha da pessoa. Isso que, parando! e pela margem de estrada, parece; o dia quebrando, o resfriado de atmosfera, aço-azul, e nublado. Esfregando a vidraça, alguns, são vistas luzes sobreviventes centelhando--um quadro seguramente algo Muçulmano. Para lá, separou através de campos baixo-mentindo, elevação agrupou Torres bizantinas e campanários, com Alemão-olhar estranhamente-pitoresco, pináculos do padrão de Nuremberg, mas todo vagamente esboçou e misterioso no grayness deles/delas. Havia um sentimento extraordinário e original nesta aproximação: o velhas fortificações, ou o que permaneceu deles, enquanto subindo antes de mim; o escureca, o mistério, a raia de alargamento de dia, e perfeito solidão. Como eu admirei o campanário sombrio que subiu tão supremo e se afirmou entre os pináculos, lá sem dinheiro fora de um súbito um _charivari_ perfeito de sinos--chiando, repicando, se revoltando, de vário igrejas, enquanto entre tudo era conspícuo o ESTRONDO fundo, solene! PROSPERE! como o ladrar lento de um cão de caça. São cinco horas, mas poderia ser o meio da noite, tão escuro, é isto. Esta cidade mágica que parece como um desses em Albert Os cortes de Duerer, sobe a uma distância como se dentro de paredes. Eu estou de pé dentro o à margem de estrada só, deserto, o jogo de viajante exclusivo abaixo. O trem tem voado em na noite com um grito agudo. O zelador sonolento deseja saber, e olhares a mim desconfiadamente. Como eu levo meu modo da estação e gradualmente chego a cidade--para há uma extensão larga entre isto e a estrada de ferro vago por casas--eu vejo o golpeando e crescimento de quadro impressionante e aumentando. O chiando e o estrondo ocasional solene ainda vai em:
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