Capítulo 75
depois de para-amanhã, querido amigo, e talvez antes desta carta-- * * * * * Venha, Paul! Se você puder deixar sua mãe, venha, eu o peço, venha me apóie. A mão de Deus está em mim! Eu estava escrevendo isso interrompeu linha quando, no meio do confuso barulhos da tempestade, eu imaginei eu ouvi o som de uma voz, de um humano, gemido. Eu apressei a minha janela; Eu apoiei fora perfurar a escuridão, e eu descobri mentindo na terra encharcada uma forma vaga, algo como um pacote branco. Ao mesmo tempo, uma rosa de gemido mais distinta até mim. Um vislumbre da verdade terrível flamejada por meu cérebro como uma lâmina aguda. EU procurado no escuro pela escuridão até onde a porta do moinho; se aproxime o limiar, estava de pé um cavalo que agüenta uma lado-sela. Eu corri loucamente ao redor para o outro lado das ruínas, e dentro do inclosure situado abaixo o janela de minha cela, e que ainda retém alguns rastros do anterior cemitério dos monges, eu achei a criatura infeliz. Ela estava lá, sentando em uma tumba-pedra velha, como se subjugou, enquanto tremendo em tudo ela membros debaixo da torrente esfriando de chuva que um céu impiedoso estava vertendo sem interrupção em cima do festa-vestido claro dela. Eu a agarrei duas mãos, tentando a levantar. "Ah! criança infeliz! o que você fez!" "Sim, mais infeliz!" ela murmurou, em uma voz tão lânguido quanto uma respiração. "Mas você está se matando." "Tanto o melhor--tanto o melhor!" "Você não pode permanecer lá! Venha!--" Eu vi que ela não pôde se levantar só. "Ah! Bon de _Dieu! Puissant!_ de Dieu o que farei eu? O que é o restar agora? O que deseja você comigo?" Ela não fez nenhuma resposta. Ela estava tremendo, e os dentes dela estavam tagarelando. EU a erguido para cima em meus braços e eu a levei dentro. A mente trabalha rapidamente dentro tal momentos. Nenhum meios concebível da remover deste vale onde carruagens não podem penetrar; nada era daqui em diante possível a salvar
| <- | Contents | -> |