Capítulo 42
nem a profundidade de patos dos quais deveriam ser despertados pelo retrato sofrendo. Nós somos incapazes a tato que os dois caráter principais são mártires; como uma cena cansativa sucede outro, nós vimos não nos preocupar nada tudo que sobre eles e não pode simpatizar com eles dentro o deles/delas sofrendo ou alegra na libertação deles/delas. O primeiro requisito em ópera, se apareceria, é que seja penetrado por uma atmosfera de romanticismo. Outras coisas são necessárias; o libretto têm que ter dramático situações; mas acima de tudo, o elemento romântico tem que prevalecer. Se é difícil para o ouvinte se interessar por uma ópera com tal um libretto como é Fidelio, deve ser duplamente assim para o compositor que empreende a tarefa de escrever música para isto. Uma história sombria impede o jogo de fantasia; a imaginação permanece dormente, e o produto debaixo de tais condições têm o ar de estar forçado. O músico está em laços. Musicalmente, é um trabalho de ótima beleza; mas há uma dissonância entre música e libretto que dão a impressão de algo faltando; não há a harmonia que nós esperamos em um trabalho disto tipo. Wagner nos ensinou melhor nestes pontos. A música de Fidelio tem força e grandeza; algum disto tem uma beleza sensual que nos lembra de Mozart ao dele melhor. Se a escolha de Beethoven tivesse caído um melhor libretto, o resultado poderia ter sido um completamente ópera melhor. Fidelio dispõe um exemplo bom do fato que composição lírica, considerado estritamente como música, não é a forma mais alta em qual a arte pode ser retratado, e que, em si mesmo, não é tão estritamente limitado o domínio de música como é a sinfonia, ou as várias formas de sagrado música (o oratório ou a massa, por exemplo). Pode, no direito mãos, venha ser uma maior obra de arte, vistos em sua totalidade, que qualquer um das formas há pouco mencionou. Nas mãos de um homem goste de Wagner, é indubitavelmente, mas em tal um caso o resultado é alcançado através de meios
| <- | Contents | -> |