Capítulo 32
Eu valho!" ele murmurou a ele. "Sim; todo centavo disto. Mas sobre ela querendo outro nunca qualquer pessoa se aquele companheiro estivesse fora o' o modo, eu não faço acredite. E ele pode morrer; pode estar agora morto. Bem, se ele é que eu manterei um afiado olhar-fora que ninguém adquire outro à frente de mim." O amor-próprio dele e presunção tinham recebido uma ferida bem funda, os olhos dele, foi aberto ao fato que Elsie evitou o ser só com ele, nunca, se aparecendo em coberta sem o irmão dela, e ele não a aborreceu muito durante o resto da viagem, não faça a oferta planejada dele. CAPÍTULO O V. "Eu sinto Desta doença sombria a meu coração amedrontado E em meus olhos flamejam as faíscas de morte e enfraquecem E algo parece roubar Em cima de meu seio como uma mão congelada." --_Willis_. Dr. Arthur Conly montou vivamente para cima a avenida a Roselands, desmontou, lançando a rédea a um criado, e entrou para cima os passos na varanda, assobiando suavemente a ele. "Você parece em espíritos bons, Arte", Calhoun observado com que sentou lá o papel matutino na mão dele. "Eu não o ouvi assobiar antes para--bem eu deveria dizer algo como uma quinzena." "Eu estou em espíritos bons, Cal, que as crianças de Íon são fora de perigo, e tio teve há pouco um telegrama de Ned que anuncia a chegada segura do deles/delas festa em Nova Iorque em estação boa para levar o navio a vapor." "Eu presumo isto conta a mesma história, entretanto eu não posso pensar por que não é dirigido a vovô, ou para mim como o filho primogênito da casa", Calhoun disse, enquanto dando um telegrama sem abrir ao irmão dele. O Arthur rasgou isto apressadamente aberto, olhou aos conteúdos e empalideceu o mesmo lábios. "O que é?" chorado Calhoun em alarme. "Mãe!" disse huskily para Arthur, enquanto pondo o papel no irmão dele mão estendida. "Ela foi golpeada abaixo com apoplexia. Cal, eu devo
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