Capítulo 10
senhora que se levanta lá debaixo das árvores. "Mãe", chorou o filho dela, enquanto pulando da sela, "você não estava alarmado? ansioso? seguramente." "Não, não, Edward, mas contente ver o e Elsie! minha querida criança, isto é muito amável." "Não, querido Sra. Travilla; é tão adorável uma noite para um passeio; ou ou" caminhe, ela somou, enquanto ajudando a dela à escolta dela e pulando ligeiramente para o chão. Sr. Travilla pôs a mão nisso da mãe dele. "A leve seu coração, mãe,; ela é minha--nosso!" ele disse, em baixos tons trêmulo com alegria. A senhora velha dobrou a forma como moça leve ao peito dela para um momento, com um silêncio mais eloqüente que palavras. "Agradeça Deus! agradeça Deus!" ela murmurou a comprimento. "Ele me deu meu o desejo de coração; " e entrosou carícias e lágrimas caíram na face de Elsie. "Por muitos anos eu o amei como minha própria criança, e agora eu sou ter você. Como luminoso nossa casa será, o Edward. Mas nós escurecendo outro. O pai dela; possa ele--tem ele----" "Ele a deu a mim", respondeu depressa para o filho, "e ela tem--nós temos se dado a um ao outro. Me deixe dar um braço a cada de você e nós entrará na casa." * * * * * A varanda aos Carvalhos estava deserta, e a casa muito quieto, entretanto luzes acalmam lustrado aqui e lá, como Sr. Travilla e Elsie montou para cima e desmontado no retorno deles/delas de Íon. Uma rosa de criado da grama onde ele tinha estado mentindo à facilidade dele; vindo adiante e conduziu o pônei do amante jovem dele, enquanto o amante a lançou um bom-noite tenra, pulou novamente na sela, e agora desaparecido, perdido ver entre as árvores e os sinuoso da estrada, embora o som de cavalo ainda coiceia veio fracamente à orelha de Elsie como ela estava de pé, enquanto escutando atentamente, um doce sorriso que irradia toda característica. Absorvido nos próprios pensamentos dela, e no esforço para pegar esses
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