Capítulo 23
Ou camponeses humildes que lutam muito tempo com pobreza e carência, Ainda deva nós cruzamos que ao vivo nos favores da terra. E todo em vão de guerra sangrenta e compete nós somos grátis, E das ondas que roucamente quebram no Mar de Adrian; Todo em vão para nossos corpos delicados cresce nosso terror desamparado Em estações de outono escuras, quando os sopros de vento suis perniciosos. Ai! o Cocytus preto, vagando para o mundo abaixo,, Aquele rio desfalecido para ver nós desta terra temos que ir; Ver o Danaides severo que raça miserável, E Sisyphus de AEolus, condenado a perseguição infinita. Atrás de você deva você deixa sua casa e terra e esposa tão querido, E das árvores, exclua os ciprestes odiados, você cria, E o qual ao redor das pilhas funerário como sinais de lamentar crescem, Nenhum o, o mestre curto-vivido deles/delas, seguirá lá debaixo de. Seu herdeiro mais merecedor que o Caecuban precioso beberá em abundância, Agora com cem chaves preservadas e vigiou em sua loja, E mancha os pavimentos, enquanto despejando em desperdício o néctar orgulhoso, Melhor que que com que os banquetes dos pontífices estiveram dotados. PARA AMANTE PYRRHA EU Isso que perfumado, sirrah de posie-dizened, Com sorrisos para dieta, Ganchos você, feira de O mas Pyrrha incrédulo, No quieto? Para quem você amarra seu tresses, Como amarelo de girar-ouro,-- Malhas que vão com suas carícias, Enganar um companheiro? Como vá ele grade a destino caprichoso, E o amaldiçoa propriamente, Ainda agora ele julga seu wiles delicioso,-- _You_ aperfeiçoam, verdadeiramente! Pyrrha, seu amor é um oceano traiçoeiro; Ele desabará lá logo! Então deva eu me regozijo na comoção dele, Para _I_ esteve lá! PARA AMANTE PYRRHA II Que menino delicado com doces perfumes Esbanjou beijos, Pyrrha, na caverna? Para quem entre as rosas, muitos-hued, Você liga seu tresses atrás' onda amarela? Como oft vão ele lamenta seu capricho inconstante,
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