Capítulo 88
Senhorita Benham poderia ter voltado até agora a cidade, mas se não ele quisesse dizer tenha meio a conversa de uma hora com David Stewart velho quem ele não tinha visto durante algumas semanas. À porta aprendeu ele aquele mademoiselle era aquele mesmo dia devolvido e estava em casa. Assim ele entrou para o desenho-quarto, enquanto reservando a visita dele para David velho até depois. Ele achou o quarto dividido em dois acampamentos. Ao uma lado que Sra. Benham conversou em monotonias melancólicas com dois ancião Senhoras francesas que eram clad deprimindo preto de um dowdiness ultrapassaram só em cidades provincianas inglesas. Era como se os três lamentassem junto em cima dos restos de algum querido que morto secular entre eles. Hartley se curvou baixo, com um calafrio incontrolável, e virou o chá-mesa onde Senhorita Benham sentou no assento de autoridade, flanqueou por um senhora americana jovem antes de quem ele tinha se encontrado, e através de de de Barão Vries quem ele não tinha visto desde a noite do jantar-festa do De Saulnes. Senhorita Benham o cumprimentou com prazer evidente, e para a grande delícia dele há pouco se lembrado como ele gostou do chá dele--três pedaços de açúcar e nenhum leite. Sempre lisonjeia um homem quando os pequenos gostos dele deste tipo forem se lembrado. Os quatro entraram imediatamente junto em conversação, e o senhora americana jovem perguntou para Hartley por que Ste. Marie não estava com ele. "Eu sempre o pensei dois andaram junto", ela disse--nunca "era visto separadamente e tudo aquilo--um tipo de Damon moderno e Phidias." Hartley pegou de de Barão o olho de Vries, e olhou fora novamente apressadamente. "Meu--ah, Phidias", disseram ele, resistindo a um desejo irritável para corrigir o senhora, foi perdido para-dia. Isto sha' não acontecem novamente, eu o prometo. Ele é uma pessoa muito ocupada agora mesmo, entretanto. Ele não tem tempo por reunião social dissipação. Eu sou a borboleta do par."
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