Eugene Field

John Smith, E.U.A.,

Eugene Field

Capítulo 53

De cenas de mirthfulness ou cuidado Cada alma humana predestinada!-- Flutue e deixe o fardo dele onde As ondas de rolo de Lethe. _So vêm, eu pri' thee, Dellius, meu,-- Cantemos nossas canções e beba nosso vinho Nisso isolaram nook Onde o álamo branco e o píneo Posto que escuta o brook._ OS DOIS CAIXÕES. Em catedral velha lá Dois caixões sós mentem; Em um a cabeça do morto de mentiras estatal, E um cantor dorme duro por. Uma vez tido aquele rei grande poder, E orgulhosamente ele regeu a terra-- O e'en de coroa dele está agora na sobrancelha dele E a espada dele está na mão dele! Como docemente dorme o cantor Com olhos calmamente dobrados, E no peito do bardo em repouso A harpa que ele soou mentiras. As paredes de castelo estão caindo E guerra distrai a terra, Menos a espada não salta daquela mancha de mildewed-- Lá na mão daquele rei de morto! Mas com toda graça de natureza Lá parece flutuar junto-- Alegrar os corações de homens-- A canção imortal do cantor! HORACE eu, 31. Como adiante ele verte o vinho feito novo, O que abençoando pergunta para o poeta lírico-- Que benefício implora neste santuário justo De um cheio provável dar isto? Não para a loja de plenteous de Sardinia, Nem para rebanhos calabreses ele prayeth, Nem ainda para a riqueza de Índia em abundância, Nem meads onde playeth de Liris mudo. Deixe riquezas honestas celebrar A colheita ganhou--eu não negaria isto; Ainda é eu agradei com minha propriedade, Minha casa humilde, minha dieta econômica. Criança de Latonia, isto que eu almejo,; Paz de maio de mente e saúde assiste a mim, E abaixo em meu muito sério Possa esta querida lira meu me ajude! HORACE PARA O ALAÚDE DELE. Se já na sombra de sylvan Uma canção imortal nós fizemos, Venha agora, alaúde de O, eu pri' thee vêm-- Inspire uma canção de Latium.

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