Capítulo 24
anexo, esses de reverência, de amor de aprovação,, de amor-próprio, de propriedade, de amor de liberdade, de condolência. Estes, tudo muito exaltado, e severally tendendo a refletir as excitações deles/delas em um ao outro, una para formar o estado mental nós chamamos amor. E como cada um deles se é inclusivo de multitudinous estados de consciência, nós podemos dizer que esta paixão fusíveis em um imenso agregado a maioria do elementar excitações das quais nós somos capazes; e aquele conseqüentemente resultados seu poder irresistível." Ribot copiou esta análise de amor no des de _Psychologie dele Sentiments_ (pág. 249), com o comentário que é os melhor conhecidos para ele (1896) e que ele não vê nada que somar ou levar longe disto. Já que forma uma ilustração de episodic somente em curso de um argumento geral, agüenta testemunha certamente à sutileza de O intelecto de Spencer. Ainda eu não posso concordar com Ribot que é um análise completa de amor. Me ajudou concebendo o plano para meu primeiro reserve, mas eu aches logo que cobriu só uma parte pequena do chão. Dos ingredientes como sugerido por ele eu só aceitei dois--Condolência, e os sentimentos associaram com Beleza Pessoal. O que ele chamado amor de aprovação, amor-próprio, e prazer de posse Eu subsummed debaixo do nome de Orgulho de Conquista e Posse. Mais adiante reflexão me convenceu que teria sido mais sábio se, em vez de tratar Amor Romântico como uma fase de afeto (o qual, de curso, estava em si mesmo bastante correto), eu tinha seguido o exemplo de Spencer e fez afeto um dos ingredientes da paixão amorosa. Em o volume presente eu fiz a mudança e também somei Adoração, que inclui o que Spencer chama "o sentimento de admiração, respeite, ou reverencie", enquanto chamando atenção ao superlativo fase destes sentimentos que são tão característica do amante que não diga, "eu o" respeito, mas "eu o adoro." Eu posso então
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